O que fazer quando temos que conviver com pessoas que possuem opiniões opostas as nossas?

Sem dúvida nenhuma existe conflito entre pessoas e departamentos numa empresa. Na realidade para sermos convincentes é preciso conhecer o público alvo e direcionar a sua argumentação. A partir disso novas ideias surgirão. Para ser bem sucedido na jogo da persuasão, você deve comprometer-se de maneira indutivel a compreender a posição do outro. Pois o conhecimento do público alvo significa compreender o seu não entendimento à sua mensagem. O estudiosos classificam a resistência em três níveis:

1) Não entender: quanto ao conteúdo;

2) Não gostar: o modo que a ideia provoca;

3) Não gostar de você: resistência mais difícil de ser tratada, não aceita o emissor.

Sendo o nível três difícil aceitação, se faz necessário conquistarmos estes ouvinte através da emoção e acabar com as diferenças. Compreender as emoções, por menos agradáveis que sejam, é o segredo para começar a somar as diferenças entre o emissor e o ouvinte.

Street Art in Cuiabá.
Street Art in Cuiabá. (Photo credit: Wikipedia)

O que fazer quando temos que trabalhar com pessoas que possuem opiniões opostas as nossas? Um método comprovado para quebrar as resistências dos mais intransigentes é ouvi-los para poder ter confiança em nossas palavras. Quando lidamos com pessoas que não aceitam as opiniões alheias, devemos conquistá-las, ter sua confiança para acreditar em nossos argumentos.

Nunca tente efetivar (fazer) mudanças sem antes analisar o ponto de vista alheio, pois, quando, temos alguma informação dos envolvidos (temperamento) e qual a posição deles com relação a determinado assunto, teremos mais chance que gostem de nós e assim, de nossas ideias.

Identifique o tipo de aprendizado do interlocutor. Quando escutar o seu oponente, tente observar de que modo ele recebe melhor suas informações. Esse é o único modo de você apresentar seus argumentos de maneira mais eficaz possível. Ao escutarmos o interlocutor devemos prestar a atenção ao vocabulário escolhidos por eles. Quanto o sujeito usa muitas referências visuais, por exemplo, tente responder de maneira similar, sempre buscando uma sintonia com estilo dominante dele. Desse jeito há facilidade de o interlocutor entender o que você tem a dizer, mesmo processando as informações de maneiras diferentes.

Contudo, a comunicação não verbal deve estar de acordo com a comunicação verbal. Por exemplo, ninguém vai conseguir convencer um ouvinte de nada se o que é dito é contrário a sua postura corporal, se apresentar de costas, não olhar para os olhos dele, etc. Não podemos esquecer que exigimos dos nossos líderes, o tempo todo, que aparentem confiança, disposição quanto estão, na verdade, cansados ou ansiosos. Por isso que são líderes, por serem capazes de usar seus comportamentos não verbais para nos controlar e inspirar. Se você ainda não pensou em superar resistências interpessoais monitorando seus comportamentos não verbais, deveria experimentar, é preciso ensaiá-los tanto quanto o que você pretende dizer.

Uma coisa que aprendemos é “quando alguém ajuda a definir as regras, é mais provável que as obedeça”. Se a cooperação em longo prazo for importante para você, é indispensável desenvolver técnicas que possam ajudá-lo a angariar apoio para sua mensagem sem batalha encarniçada.

 Karina Barcelos

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