Consumo consciente: um guia prático para quem quer começar mas não sabe por onde.

A agricultura animal está destruindo os recursos naturais do planeta: é uma das principais causas do uso da terra e da água, além do desmatamento e da extinção de espécies.

Os abates de animais para consumo são cada vez mais violentos.

Neste exato momento, há escravos trabalhando para fazer suas roupas.

Somos campeões mundiais no uso de agrotóxicos para matar pragas das lavouras.

Fato consumado: é um mundo cruel esse que a gente vive e, embora haja bastante gente engajada num movimento revolucionário para torná-lo um lugar mais agradável, ainda há muito trabalho a ser feito.

As cartas estão postas na mesa e trucam, constantemente, nossa participação nesse cenário caótico. A gente já sabe que colabora para o impacto negativo no planeta e também para os efeitos nocivos na nossa própria saúde. A gente já sabe que poderia fazer melhor. Mas o dia a dia corrido não permite que a gente mude assim, de uma hora para outra, os hábitos alimentares. A grana apertada e a cifra maior das peças de slow fashion desanimam e nos fazem recorrer, novamente, às grandes lojas de departamento. Queremos consumir menos, mas os estímulos publicitários dizem sempre que precisamos de mais.

Não é que falta motivação, só não sobra tempo, planejamento ou dinheiro para colocar em prática tudo que já sabemos que tem de ser feito.

Mas será mesmo que só pode ser se for assim, uma mudança radical e imediata de vida? Será que temos de fazer esse movimento 8 ou 80 ou podemos transicionar, dando passos pequenos, mas firmes?

First things first: afinal, o que é consumo consciente?

Todo e qualquer consumo causa impacto — seja positivo ou negativo — na economia, nas relações sociais, na natureza e em nós mesmos. Quando temos consciência desses impactos e fazemos escolhas mais lúcidas na hora de comprar, na hora de usar e no momento de descartar o que não serve mais, podemos minimizar os impactos negativos e maximizar os positivos. Nas entrelinhas, é uma contribuição voluntária, cotidiana e solidária para garantir a sustentabilidade da vida no planeta.

E para fazer esse movimento girar, você não precisa começar dando passos maiores que a própria perna. Pequenas mudanças também têm influência no futuro.

Vamos lá?

* * *

Entenda e se desfaça dos mitos

Consumo consciente é mais caro

Comecemos pelos alimentos. Uma pesquisa realizada pela Instituto Kairós concluiu que os preços dos alimentos orgânicos ou agroecológicos, na verdade, dependem mais do canal de venda do que da procedência do alimento. Assim, nos circuitos curtos de comercialização, existe uma tendência de preços mais justos, remuneradores para o agricultor e acessíveis ao consumidor.

Na prática, isso quer dizer que se você optar por comprar estes alimentos em canais alternativos — como Centrais de Abastecimento (Ceasa) e feiras orgânicas/ agroecológicas — você irá pagar até quatro vezes menos do que pagaria pelos mesmos itens em redes de supermercado. Uma iniciativa para diminuir os preços de alimentos ecológicos é o projeto Comunidades que sustentam a agricultura que transforma os consumidores em coagricultores, ao pagarem mensalmente para receber cestas de alimentos direto do produtor.

Já na moda, Giovanna Nader, consultora de fashion branding e cocriadora do Projeto Gaveta, diz que o problema não é o preço, mas o modo como nos acostumados a pagar um valor muito barato e injusto por uma peça.

No modelo de negócio das fast fashions e magazines, alguém não está sendo devidamente pago pelo trabalho, e esse alguém é o elo mais fraco, ou seja, a mão de obra. Se considerarmos o processo de produção de uma slow fashion, a sua preocupação em pagar corretamente seus funcionários, usar o tecido orgânico ou natural que não agride tanto o meio ambiente e sua pequena escala de produção, mudaremos nossa percepção de caro para justo. E vale ressaltar que peças de segunda mão são, em geral, mais baratas. Então apoiemos os brechós, as marcas de upcycling e as que usam tecidos descartados pela indústria para produzir suas peças.”

E, para mudar ainda mais nosso olhar, sugere:

Invista em peças de boa qualidade e durabilidade. Pense que com o valor que você paga em cinco calças jeans na fast fashion, que o tecido ficará largo e desgastado em algumas lavagens, você pode comprar uma de boa qualidade de uma marca slow fashion, direcionando seu dinheiro para marcas que questionam seus impactos no mundo”.

É difícil de encontrar

Essa é uma das desculpas mais constantes — e infundadas. Cresce exponencialmente o número de iniciativas, estabelecimentos, marcas e pessoas envolvidas com o consumo consciente.

No universo alimentício, há um mapeamento precioso realizado pelo IDEC, com a geolocalização de mais de 600 feiras orgânicas e agroecológicas. Na moda, iniciativas como a +Alma reúnem num só lugar marcas que querem praticar o consumo consciente e que estejam conectadas com os três pilares do projeto: vegano, atemporal e feito no Brasil.

Mas, se a consciência sucumbir ou o dinheiro realmente não for o bastante e você quiser muito dar uma passada naquela loja que não é consciente, você pode ao menos certificar-se de que ela não está envolvida com a prática de trabalho escravo.

Moda sustentável não é bonita

Muitas pessoas já ouviram a expressão “bambolê de garrafa pet” para sugerir que algo produzido sustentavelmente não era bonito. Para Giovanna, o argumento não tem fundamento, já que “como no mercado da moda a estética vem em primeiro lugar, no slow fashion não poderia ser diferente. Não adianta nada o produto ser sustentável se ele não for desejado, com peças com bom acabamento e design diferenciado”. Além, claro, de ser necessário destacar que conceitos como moda e beleza são subjetivos e individuais.

Planeje-se. A pressa é inimiga do consumo consciente.

Sempre que a situação aperta, temos a tendência de recorrer ao cômodo. Nas entrelinhas do consumo consciente isso quer dizer, por exemplo, que na hora que você estiver com a mão na massa fazendo aquela receita e faltar algum ingrediente, é muito provável que você recorra ao mercado da esquina e que acabe comprando um item produzido de forma convencional. E quando isso acontecer, tudo bem. Estamos num processo. Nem sempre conseguimos equilibrar todos os pratos como gostaríamos. Mas, pra evitar que situações como essa ganhem frequência, podemos nos planejar semanalmente. Ter um planner digital ou em papel pode ser uma forma bem prática de começar a se organizar por aí.

Dê preferência para os alimentos agroecológicos

Alimentos orgânicos são ótimos para nossa saúde, já que, em sua produção, não são utilizados venenos fertilizantes químicos ou sementes transgênicas. Mas os agroecológicos trazem, para além desse cuidado, um olhar para a dimensão socioeconômica, focando na produção de base familiar e na valorização de saberes e tradições do cultivo. Então, sempre que puder, opte pela agroecologia e pelo sustento de uma rede ainda mais completa de benefícios para as pessoas e para o planeta.

Troque consumo por autoestima

Quando estamos tristes, carentes, ansiosos, inseguros muitas das vezes recorremos às compras para tapar esse buraco. Acontece que é uma felicidade que não se sustenta: aquela roupa nova não vai devolver seu amor próprio, seu contentamento ou a plenitude. É uma sensação fugaz de preenchimento. Por isso, a ideia é trocar o consumo por autoestima e conectar, de novo, nossas vontades com nossas necessidades, com nossos desejos mais autênticos.

Outro método eficaz é lançar mão de três perguntas básicas antes de colocar a mão no bolso: O que vou comprar? Quando vou comprar? De quem vou comprar? Esses questionamentos simples servem como filtros para compras por impulso.

Pense no descarte.

Consumir não é apenas comprar. Depois que a utilidade de determinado produto passar, sua embalagem seguirá pelo mundo. Por isso, nada mais justo que pensar também nas consequências de seu descarte.

Dicas importantes:

Na hora da compra, dispense embalagens e sacolas

Sacos, papéis e caixas, na maioria das vezes, acabam nos lixos, poluindo solo, lençóis freáticos, mares e oceanos. Além disso, também exigem muita matéria-prima para sua fabricação e não têm serventia após o uso. Para substituí-los, aposte em embalagens reutilizáveis ou em ecobags para suas compras.

Repense e reduza

Somente reciclar o que usamos não é o suficiente para solucionar o problema, se levarmos em conta que cada brasileiro produz, por dia, cerca de 600 gramas a 1 quilo de lixo — e apenas 2% da coleta domiciliar é reciclada. Precisamos, a partir de agora, reduzir nossos resíduos. Repensar o desperdício e reutilizar ou achar novas utilidades para o que seria descartado são passos iniciais importantes para esse processo.

* * *

É um caminho longo, mas possível. Não tem cartilha, acordos escritos em pedra ou punições severas para quem, vez que outra, sucumbe ou desvia do trajeto. Estamos juntos — e aprendendo.

Fonte: https://papodehomem.com.br/consumo-consciente-um-guia-pratico-para-quem-quer-comecar-mas-nao-sabe-por-onde?utm_source=PapodeHomem&utm_campaign=f230439726-EMAIL_CAMPAIGN_2018_02_19&utm_medium=email&utm_term=0_c8bc8d830c-f230439726-154071925

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Uma solução para o 4º Distrito de Porto Alegre / RS – Brasil.

O intuito dessa postagem será em publicar uma solução para a região do 4º Distrito em Porto Alegre na qual é mal atendida, contudo muito bem localizada na cidade. E claro, mal planejada, pois a cidade cresce cada dia mais.

Os pavilhões que ali sem encontram, pois décadas atrás era uma área fabril e têxtil,  estão abandonados e sem perspectiva de desenvolvimento mercadológico devido à condições da região e de má preservação. Trata-se de falta de segurança, pouca oportunidade para fins empregatícios. Destaca-se, também,  a dificuldade de alteração de fachada e ajuda pública financeira pois são consideradas como patrimônio histórico. É uma verdadeira especulação imobiliária. E a zona é taxada como a que agride à imagem dos bairros envolvidos como cracolândia: roubos, prostituição e drogas.

Uma das soluções para esse local, na qual já acontece, são festas na qual aproveita-se muito bem o espaço de forma sustentável. Existe “A Base” é uma festa que consolidou em Porto Alegre o movimento de retomada das warehouse parties, explorando um diálogo intenso entre a música eletrônica e as artes visuais, apostando nas estéticas cruas desses locais  que manifestam tensão na comunidade.

A festa utiliza de promoções e descontos para quem for de bicicleta, por exemplo, para estimular o desuso de carros. Possui outros incentivos às iniciativas sustentáveis e que são bem interessantes. Recomenda-se muito a festa exatamente pois o público tem a consciência de que é necessário mudar atitudes na sociedade de consumo atual. Um novo olhar pra a cidade de Porto Alegre na qual está tão carente de festa e lazer com qualidade. Uma nova sociedade consciente dos seus atos se formando e unindo-se a favor dessa mudança. Mude você também. Confira.

Enfim, existe sim um projeto para o 4º Distrito e foi criado por solicitação da própria comunidade. Tem o objetivo de formular diretrizes, projetos e programas que contribuam para qualificar o espaço urbano de forma ordenada e planejada, buscando o desenvolvimento sustentável da região e melhoria da qualidade de vida. Essas ações devem ter caráter público e privado. Informe-se.

 

Fonte:

https://www.facebook.com/pg/basepoa/about/?ref=page_internal

http://www2.portoalegre.rs.gov.br/spm/default.php?p_noticia=166885&PROPO

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Os números de 2015

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2015 deste blog.

Aqui está um resumo:

Um bonde de São Francisco leva 60 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 3.000 vezes em 2015. Se fosse um bonde, eram precisas 50 viagens para as transportar.

Clique aqui para ver o relatório completo

Agência Wenceslau Escobar – Auxiliadora Predial Zona Sul de Porto Alegre/ RS – Venda e Compra

Fachada Loja

Agência Wenceslau Escobar (Zona Sul)

Trabalha com: Vendas e Compras

Endereço: Avenida Wenceslau Escobar, 1403 – 1407 CEP 91900-191 Porto Alegre,RS

Horário de Funcionamento: A agência Wenceslau Escobar fica aberta de Segunda a Sexta, das 8h30 às 18:30h. Sábado, das 9h às 18h

Telefone: 51.3083.1313

Celular Whats 51.9465.4986

http://www.auxiliadorapredial.com.br/agencia/11/Wenceslau-Escobar-(Zona-Sul)

CARACTERÍSTICAS DA PARTE SUPERIOR (DA COBERTURA OU DO DUPLEX OU TRIPLEX)

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Introdução

O atual processo de verticalização da cidade de Porto Alegre proporciona uma grande quantidade de ofertas e o corretor de imóveis deve estar atento às várias tipologias e tecnologias existentes para atender os desejos e necessidades do nicho do mercado alvo.

Há cinquenta anos, tratava-se dos assuntos sustentabilidade e acessibilidade como se fosse algo distante e não viável. Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil é o panorama. E aqui as obras urbanas estão em constante crescimento. Em frente a essa realidade acredita-se na forte oportunidade de mercado dos imóveis conceituados verdes e acessíveis.

Aqui nesse compêndio de identificação e preenchimento da ficha, apresentam-se os principais tipos e as principais características dos imóveis específicos: apartamento tipo, cobertura, duplex e triplex. Nessa realidade, verifica-se a importância de enfatizar que as características desses imóveis que podem sofrer alterações. Mas principalmente vir acrescentar algumas ideias novas, talvez outro ponto de vista ou até mesmo algo diferenciado.

  • Apartamento padrão (ou tipo): é o mais habitual e mais encontrado no mercado imobiliário brasileiro. Sua planta possui divisões internas bem definidas: salas, cozinha, dormitórios, suítes, banheiros. É geralmente classificado pelo número de dormitórios e suítes e usualmente pelo número de vagas que possui.

  • Duplex: o duplex não precisa necessariamente estar na cobertura, basta que o imóvel seja composto por dois andares. Geralmente são imóveis amplos, com pé-direito duplo. Quando possuem três andares, são chamados de ‘triplex’.

  • Cobertura: como o próprio nome sugere, fica no topo, no último andar da construção, muitas vezes dispõe de piscina e churrasqueira e sua metragem é normalmente o dobro da metragem padrão e pode ser dividida em:

  1. Cobertura Duplex: quando ocupa dois andares para formar a unidade. Sua divisão é feita por escada ou elevador privativo.

  2. Penthouse: a penthouse é uma cobertura sem divisão de andares. Sua área útil geralmente ocupa toda uma prumada do edifício.

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Aprofundando o assunto, nesse contexto, entramos nos conceitos: Loft e Studio. No qual dizem respeito ao compêndio imóveis residenciais. Sendo o Loft um termo surgiu para classificar imóveis comerciais modificados para fins residenciais. No mercado de lançamentos, Loft designa apartamentos amplos, com pé-direito duplo e cuja divisão de cômodos inexiste, sendo vista divisões apenas nos banheiros. E Studio um termo comumente confundido com Loft, pois são de fato muito parecidos. Mas a diferença entre os dois tipos é que no Studio, surgem algumas divisões internas, delimitando, por exemplo, um dormitório privativo.

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E um conceito novo na arquitetura sustentável: as coberturas verdes. Elas podem ser usadas para reduzir a velocidade de escoamento e aumentar a absorção da água da chuva, elevar a resistência térmica e a capacitância da cobertura, diminuir o efeito de ilha térmica nas cidades e oferecer um espaço verde para a fauna e as pessoas em uma área que, do contrário, seria impermeável.

Enfim, também se percebe a modernização da arquitetura e a preocupação com o meio ambiente e com as pessoas com mobilidade reduzida. Por esse motivo novos empreendimentos imobiliários estão sendo projetados e vendidos já com os elevadores para coberturas.

OS CAMPOS A SEGUIR ESTÃO LOCALIZADOS NO PAVIMENTO SUPERIOR DA COBERTURA OU DO DUPLEX.

TIPO DE ESCADA ________: Preencher a lacuna com o tipo de escada que dá acesso ao pavimento superior. Os tipos a serem preenchidos são:

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 Reta: Escada que possui um único lance degraus. É possível ainda que haja um patamar intermediário de descanso em uma escada reta, dependendo do desnível que a escada está vencendo.

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 “L”: Escada que possui no mínimo 02 (dois) lances de degraus e um patamar ao centro.  Pode haver um patamar quando existe essa mudança ou essa mudança pode ser gradual, com degraus em leque.

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 Caracol: Escada circular.  Helicoidal: São as escadas que possuem, em geral, um eixo central em torno do qual os degraus estão orientados. De acordo com o Código de Edificações de Porto Alegre, os degraus devem obedecer alguns requisitos, entre eles: ser balanceados quando o lanço da escada for curvo (escada em leque).

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 Escada em “U”: Essa escada também é da mesma família das escadas em linha reta, e é dos modelos mais confortáveis. É quando a escada possui um patamar intermediário e ao chegar nesse patamar há uma mudança de direção para o sentido oposto. É importante lembrar que esse patamar não deve estar sempre exatamente no meio da escada para configurar uma escada em “U”, ele pode estar nos primeiros ou últimos degraus, dependendo da situação.

ELEV. P/ SUPER.: Elevador condominial que atende o pavimento superior.

ACESSO INDEPEND.: Acesso externo para a o pavimento superior, independente do acesso ao pavimento inferior do imóvel. Elevador ou escadas.

MONTA-CARGAS: Equipamento de uso privativo, com acionamento eletromecânico ou constituído essencialmente por roldanas verticais e guincho, acionado manualmente, destinado a transportar verticalmente pequenos volumes ou mercadorias entre dois ou mais andares de uma mesma unidade.

LIVING __AMB.: Sala destinada ao convívio social no imóvel. Caracteriza-se por ser uma peça ampla que possui um ou mais ambientes integrados. OBS: Indicar no espaço tracejado o número de ambientes, determinados pela distribuição “visual”, que são possíveis de se fazer nesta peça.

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LAREIRA _____: Equipamento pré-fabricado em metal ou concreto ou construído em alvenaria especial, integrado com a construção do imóvel, que serve para aquecer o ambiente. OBS: Indicar no espaço tracejado se a alimentação da lareira é a gás ou a lenha. Ou elétrica, ou a etanol.

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BAR: estrutura de madeira ou alvenaria para servir e/ou guardar bebidas. Pode ser fixa ou móvel.

CHURRASQUEIRA: Estrutura de alvenaria própria para assar carnes e etc., construída na parte coberta do pavimento superior. OBS.: Quando a churrasqueira encontrar-se na parte externa (descoberta) do pavimento superior, deve ser informada nos COMENTÁRIOS COMPLEMENTARES sem marcar este campo.

AR COND. CENTRAL: Equipamento de ar condicionado instalado para atendimento específico do pavimento superior, podendo ser Central ou Split.

SPLIT: A marcação deste campo indica a existência de equipamento de ar condicionado caracterizado por ter o condensador na parte externa e o dispersor no ambiente a ser climatizado. Não existem dutos neste sistema por isso é facilmente aos ambientes.

AR DE PAREDE: Equipamento existente que permanecerá instalado.

VENTILADOR DE TETO E/OU PAREDE: Equipamento existente que permanecerá instalado.

ESPERA: Indica a existência de estrutura física adequada para a instalação de equipamento de ar condicionado. OBS.: Ao marcar este item deve marcar obrigatoriamente o campo “ar cond. central” ou “ar de parede” conforme o tipo de espera existente. Ex.: Espera para aparelho de ar condicionado centra. Marcado o campo “ar cond. central” juntamente com o campo “espera”.

COZINHA: Local equipado com balcão e pia para lavar loucas. Ou cozinha estilo americana ou copa-cozinha. Informar se a cozinha fica montada.

WC SOCIAL: “Water Closed” ambiente destinado ao asseio corporal e às necessidades fisiológicas. Deve possuir no mínimo vaso sanitário, chuveiro e uma pia.

HOME THEATER: Também conhecido como “HOME CINEMA” ou CINEMA EM CASA. Consiste em uma pequena sala usando sofisticados aparelhos eletrônicos.

GABINETE: Compartimento destinado a leitura e/ou trabalhos intelectuais. É o escritório da família. Ou Web space.

DORMITÓRIO: Quarto ou aposento de dormir. OBS.: Quando for adaptação (não consta no projeto original) informar nos COMENTÁRIOS COMPLEMENTARES.

SUÍTE: Banheiro privativo integrado ao dormitório.

MEZANINO: Piso intermediário entre o piso e o teto de uma dependência ou pavimento de uma edificação. Quando for duplex com mezanino caracteriza-se um Loft. E Studio dependendo da metragem e se com mais de uma divisória entre os ambientes. Ir para os compêndios imóveis residenciais.

DORM. EMPREGADA: Quarto de dormir localizado junto à área de serviço, sem abertura para a área social ou íntima do apartamento. Deve ter espaço suficiente para, no mínimo, acomodar uma cama e um roupeiro. OBS.: Se for revertido para a área social ou intima, deve ser marcado o campo relativo a sua nova destinação e não o campo dormitório de empregada. Ex.: Dormitório de empregada transformado em gabinete. Marcar o campo “gabinete” informando nos COMENTÁRIOS COMPLEMENTARES que originalmente era dormitório de empregada. A possibilidade de reversão também deve ser informada nos COMENTÁRIOS COMPLEMENTARES.

WC AUXILIAR: Pequena peça provida de vaso sanitário, lavatório e espaço para banho, localizada na área de serviço.

ÁREA DE SERVIÇO: Área independente, provida de instalações hidráulica e elétrica, destinada principalmente à lavagem e secagem de roupas. OBS.: Se a área de serviço for contígua a cozinha, informar nos COMENTÁRIOS COMPLEMENTARES.

LAVANDERIA: outro destaque é o tratamento de águas cinza, no qual a água utilizada na máquina de lavar é tratada e reutilizada para regar o jardim vertical.

FITNESS: Espaço reservado às atividades físicas, equipado com piso apropriado e aparelho climatizador.

SAUNA: Ambiente de uso privativo da unidade, equipado para a prática de sauna. OBS.: Informar nos COMENTÁRIOS COMPLEMENTARES, se seca, a vapor ou ambas. Informar também se não houver os equipamentos.

PISCINA: Tanque para lazer aquático construído em concreto, vinil ou fibra de vidro. OBS.: Anotar nos COMENTÁRIOS COMPLEMENTARES, o número de piscinas existentes e se há raia apropriada para prática de natação.

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JACUZZI

BANHEIRA DE HIDROMASSAGEM: ou jacuzzi ou ofurô. Ofurô: banheira em japonês. São usados para banhos de banheira de madeira, mais curta e mais profunda que a banheira ocidental, para que a pessoa usufrua dos benefícios da água quente (com temperatura entre 36 e 40ºC), não deitada, mas sentada em posição fetal e com a coluna totalmente submersa. O tamanho do “tonel” deve ser ergonômico, ou seja, ser capaz de comportar o corpo que será imerso nele. Jacuzzi: banheira de hidromassagem com formatos diferentes e diferentes tamanhos para até seis pessoas com intuito de SPA ou lazer.

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ESPERA: Espaço, com instalações elétricas e hidráulicas apropriadas, reservado para a colocação da piscina. OBS.: Este campo deve ser marcado simultaneamente com o campo “piscina”.

TÉRMICA: Quando a piscina tiver equipamento de aquecimento da água. OBS.: Este campo deve ser marcado simultaneamente com o campo “piscina”.

JARDIM: Espaço amplo e rasteiro, com terra própria para o cultivo de plantas ornamentais.

TELHADO VERDE: existem dois tipos básicos de coberturas verdes: as mais simples e resistentes ou as que requerem mais cuidados, como sistemas de irrigação (contudo suportam espécies de maior porte)

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TERRAÇO ____M2: Área descoberta situada no ultimo pavimento da unidade e do edifício. OBS.: Indicar na lacuna área do terraço em metros quadrados.

FORMATO DO TERRAÇO : Forma física do terraço conforme convenção a seguir:

 Q: Para terraços quadrados localizados a frente ou aos fundos do pavimento;

 R: Para terraços retangulares localizados a frente ou aos fundos do pavimento;

 L: Para terraços com uma parte a frente ou aos fundos e um prolongamento ao lado da área construída;

 U: Para terraços com uma parte a frente ou aos fundos e prolongamento pela duas laterais da área construída. Anotar a letra correspondente ao formato do terraço na quadricula que antecede o item terraço.

 C: Para quando o terraço for coletivo.  Informar nos COMENTÁRIOS COMPLEMENTARES OU INFRAESTRUTURA.

ESQUADRIAS DO IMÓVEL: Elementos destinados a guarnecer vãos de passagem, ventilação e iluminação. Informar o tipo de material predominante e/ou acabamento empregado nas ESQUADRIAS INTERNAS do imóvel. O tipo de esquadrias internas será informado conforme a convenção a seguir:

 MADEIRA NATURAL: Caracteriza-se por mostrar a beleza natural da madeira, podendo estar protegida por aplicação de produtos transparentes como verniz, esmalte ou resinas. Informar nos COMENTÁRIOS COMPLEMENTARES se a madeira for nobre, por exemplo, Ipê.

 MADEIRA PINTADA: Não apresenta a coloração e os veios naturais da madeira em função de pintura com pigmentação compacta (esmalte sintético, tinta a óleo).

 ALUMÍNIO: Metal leve, maleável, tenaz e inalterável ao ar. Possui boa resistência mecânica e fácil conservação. Possibilita acabamento em cores variadas através de pintura eletrostática que lha dá maior durabilidade.

 PVC: Policloreto de vinila. Resina vinílica termoplástica, atóxica, resistente, e de excelente isolamento térmico e acústico, usualmente produzida nas cores branca, marrom e azul.

 FERRO: Metal pesado, maleável e dúctil (pode ser estirado, distendido ou deformado plasticamente sem se romper). Permanece inalterado no ar seco, mas oxida-se facilmente no ar úmido, formando ferrugem.

 Conclusão:

A evolução desse compêndio permite que ideias paradigmáticas de gestão saiam da zona de conforto, porque o gestor ou o corretor devem aprender cada vez mais para acompanhar o modismo e as tendências de mercado imobiliário. Por exemplo, a acessibilidade e a sustentabilidade. Uma sugestão, também, é a inclusão de figuras ilustrativas. Incluir junto à explicação uma figura para exaltar o que se descreve.

A aplicação de elevadores em coberturas de edifícios é relativamente nova.  O desejo e a necessidade sempre existiram, entretanto, o preço é causa principal das construtoras não aplicarem tal equipamento para fazerem o percurso até o último andar/cobertura.  Já existem os elevadores de passageiros residenciais (para casas e apartamentos duplex, triplex ou especiais) para pessoas com mobilidade reduzida ou simplesmente para pessoas que desejam vencer pequenas escadas. Por este motivo, novos empreendimentos imobiliários estão sendo projetados e vendidos já com os elevadores para coberturas, uma vez que esses equipamentos atendem perfeitamente às necessidades dos clientes.

A preocupação com as questões ambientais vem ocupando um lugar privilegiado em todas as atividades humanas, e como consequência, muitas disciplinas incluíram o meio ambiente natural como objeto de análise. É necessário, também, abrir um espaço para essa nova visão de imóveis sustentáveis.

Fontes: http://www.vivareal.com.br/gurudocorretor/entenda-quais-diferencas-entre-os-tipos-de-imoveis-verticais/

http://revista.penseimoveis.com.br/noticia/2011/06/arquitetas-explicam-a-diferenca-entre-banheira-e-ofuro-e-dao-sugestoes-de-como-escolher-o-que-e-ideal-para-sua-casa-3370617.html

https://arquiteturaesustentabilidade.wordpress.com/2012/10/01/telhado-verde-tipos-e-implementacao/

https://karinabarcelos19.wordpress.com/marketing/

http://karlacunha.com.br/dica-sustentavel-03-deixe-seu-telhado-verde/

http://www.gw3mn.com.br/site/index.php/revista-em-foco-n-23/152-elevadores-de-cobertura-luxo-ou-necessidade

http://lproweb.procempa.com.br/pmpa/prefpoa/smov/usu_doc/codigo.pdf

https://deborabonetto.wordpress.com/2012/01/30/telhados-coberturas-verdes/

COMO TRANSFORMAR NECESSIDADES AMBIENTAIS EM OPORTUNIDADES RENTÁVEIS?

Atualmente, os recursos estão-se reduzindo significativamente por causa da ação do homem e uso de produtos ilegais criados por ele mesmo. Há cinqüenta anos, tratava-se desse assunto como se fosse algo distante, hoje, ele já é uma realidade. Trabalho realizado com muita dedicação e carinho afim de compartilhar um estilo de vida. Disponibilizado no hotmart especialmente para você que acredita que não vai salvar a Amazônia, mas sim que pode realizar ações de sustentabilidade na sua empresa, na sua comunidade, no seu bairro, no seu condomínio, na sua casa e também na sua vida. Inclui .PDF e .DOC, são mais de 80 páginas incluindo estudo de caso e pesquisa mercadológica. Cidade aplicada: Porto Alegre/RS. Ano 2009; Valor de R$ 19,90. Obrigada.

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